Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2005

à noite

quando fecho os olhos e sinto as doces respirações que se espalham pelo resto da casa, atacam-me medos gigantescos de doenças e desgraças. Tão grandes que não os escrevo aqui, não vão as letras formar palavras que dêem ideias estranhas a quem quer que mande nisto.

E então fico quietinha, muito quietinha, debaixo dos lençóis, a estender mentalmente os meus braços, as minhas pernas e as minhas asas protectoras sobre quem dorme por perto, esperando que a dor nunca repare neles.
publicado por Vieira do Mar às 01:59
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1 comentário:
De BlahBlahBlah a 19 de Junho de 2008 às 02:30
Carpe Diem.

Nunca se sabe o que a p*** da vida nos reserva para o dia seguinte :|

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Sofia Vieira

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